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Milagre das Velas de Pentecostes


Cirurgia no Pulmão


No final de dezembro de 2016, tive uma infecção urinária que desencadeou numa Pielonefrite, ou seja, subiu para os rins. Descobri de forma assintomática, não apresentei sintomas, apenas febre que ia e voltava. No entanto, tive que ficar internada no hospital para tomar antibiótico na veia. Durante a minha internação, fiz algumas ressonâncias e os laudos falavam apenas na Pielonefrite.

Em meados de 2017, tive novamente o mesmo quadro clínico, após uma viagem à Caldas Novas, porém, dessa vez, apresentei sintomas de infecção urinária e novamente subiu para os rins. Fiz três ressonâncias e, na última, o radiologista era um colega que me reconheceu, analisou melhor o exame e me alertou que eu tinha uma mancha muito grande no pulmão. Pediu que eu procurasse um pneumologista. Falou que não tinha sido citada antes nos laudos anteriores porque os responsáveis pela emissão do resultado se atém apenas ao pedido médico. No meu caso, avaliar os rins.

Tive alta do hospital e fui até um pneumologista. Fiz diversos exames. E detectaram uma bolha medindo cerca de 22,3 cm X 11,1 cm X 6,1 cm, com volume de 785 cm₂. Para uma pessoa com a minha estrutura corporal, de 1,67 de altura, 67 kg, e 60 de cintura, a bolha é muito grande.

O médico disse que eu não sentia desconforto, porque, talvez, eu tenha crescido com essa bolha. Ele não podia afirmar, porque eu não tinha realizado nenhum outro exame do tórax antes (raio x, ressonância etc). Além disso, eu levo uma vida normal, digamos saudável, faço musculação, corrida, dieta e já fiz natação.

No entanto, em agosto de 2017, eu voltava de carro do trabalho para casa, fiz uma curva junto com um caminhão de gasolina, e tive uma forte falta de ar. Não sabia se tinha inspirado alguma substância química.

Retornei no médico e refizemos os exames.

Antes de receber o resultado, decidi ir à missa de cura, na Paróquia São Pedro, com o Pe. Moacir. Levei o protocolo da ressonância para abençoar e Deus revelou ao Padre que, apontando diretamente na minha direção, disse: "Tem uma mulher na minha esquerda, nessa direção; Ela trouxe o resultado de um exame; Deus manda te dizer que você tem esse problema, mas que isso não é nada". Era como se alguém dissesse no meu ouvido: "é pra você e tomei posse". Senti uma tremenda emoção.

Voltei ao médico e ele falou que a bolha não era nada, o interior dela era de ar, como um balão.

Porém, verificou que a bolha tinha aumentado. Teríamos que fazer a cirurgia para retirada dessa grande bolha o quanto antes, pois poderia estourar. A cirurgia era de risco. Eu teria que ficar internada inicialmente de 3 a 7 dias na UTI e depois iria para o quarto, passaria mais alguns dias lá e receberia alta.

Na noite anterior à cirurgia, passei mal, tive febre e diarreia. A cirurgia teve que ser remarcada.

Foi aí que decidi acender as velas de pentecostes.

No dia 21/03/2018, fiz a cirurgia que acabou antes do tempo previsto. Tudo ocorreu bem. Fui direto para o quarto e em apenas 2 dias fui para casa.

Esse foi só um dos meus milagres revelados pelo Pe. Moacir e também com as bênçãos das velas.

Passei em 3 (três) concursos públicos (graças às velas e testemunhei na Paróquia). Minha mão direita, que doía muito e estava me atrapalhando no meu trabalho, foi imediatamente curada (revelação durante a missa de cura; enviei o testemunho por e-mail).

Fico sem palavras para descrever os meus sentimentos e o tanto que Deus é maravilhoso.

Tenho o vídeo da bolha sendo furada pelo médico e esvaziando em segundos.

Meu nome é Débora de Paula Araújo..

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